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Goleada Americana na Abertura da Copa: Festa no Sofi Stadium Marca Início Promissor para os EUA

junho 13, 2026 | by cardminas

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Os Estados Unidos fizeram uma estreia avassaladora na Copa do Mundo, aplicando uma goleada de 4 a 1 sobre o Paraguai. O cenário foi o moderno Sofi Stadium, em Los Angeles, que se transformou em palco para uma celebração completa: desde um espetáculo de abertura com astros da música global até uma performance dominante em campo. A vitória, que reflete a ambição da nação anfitriã no torneio, contrasta com a frustração dos torcedores paraguaios, que viajaram e investiram alto para testemunhar uma derrota contundente de sua seleção.

O Espetáculo Antes da Bola Rolar

Horas antes do pontapé inicial, o Sofi Stadium já fervilhava com a expectativa de uma cerimônia de abertura grandiosa. O público presente pôde desfrutar de um show internacional que contou com a sul-africana Tyla, a brasileira Anitta — em um trio com o rapper Rema e a cantora de K-Pop Lisa — e, mais próximo do jogo, a californiana Katy Perry, que entoou um tema marcante para uma plateia já majoritariamente vestida de vermelho e branco. O evento foi um prólogo à altura do que se esperava do país anfitrião, atraindo 70.492 espectadores, segundo a FIFA, transformando o estádio em um mar de cores vibrantes.

Contudo, a festa foi precedida por uma saga incomum nos bastidores da venda de ingressos. Inicialmente comercializados a preços exorbitantes, variando de US$ 1.120 a US$ 1.940 nos canais oficiais, a demanda não acompanhou a oferta. Na véspera do jogo, mais de 4.400 bilhetes ainda estavam disponíveis. Para escoar as entradas, portais secundários de revenda registraram quedas significativas, mas ainda assim o valor mínimo praticado era de cerca de US$ 800, um custo considerável para muitos. Para a torcida paraguaia, em particular, o alto investimento não se traduziu em diversão, reforçando o amargor do resultado.

Domínio Americano e Vantagem Construída no Primeiro Tempo

Com a bola rolando, sob a batuta dos técnicos argentinos Maurício Pochettino (EUA) e Gustavo Alfaro (Paraguai), a seleção anfitriã manteve o ritmo festivo. A superioridade norte-americana se manifestou logo aos 6 minutos, quando Pulisic iniciou uma jogada que culminou em um gol contra de Bobadilla, abrindo o placar. O ímpeto ofensivo dos EUA era claro, com o lateral Dest perdendo uma chance de ampliar aos 15 minutos e Balogun tendo um gol anulado por impedimento aos 27.

A pressão americana era constante. Aos 30 minutos, Balogun não deu chances, recebendo um cruzamento rasteiro e finalizando de primeira para fazer o 2 a 0, consolidando o domínio no campo. Antes do intervalo, Richards e Tillman também tiveram oportunidades claras, com a equipe dos Estados Unidos mostrando um ataque veloz e dinâmico que sufocava as poucas iniciativas paraguaias. A impressão era de que a intensidade pré-jogo havia sido transportada para dentro das quatro linhas.

Consolidação da Goleada e Reação Tardia Paraguaia

O segundo tempo começou com os Estados Unidos ampliando a vantagem. Aos 4 minutos, Balogun, em grande fase, invadiu a área, driblou o zagueiro e finalizou no ângulo, marcando um golaço e o terceiro gol americano na partida. Com a vitória já bem encaminhada, o técnico Maurício Pochettino optou por poupar Pulisic e o próprio Balogun, visando o próximo confronto contra a Austrália. As substituições impactaram a intensidade do jogo, permitindo que a partida caísse um pouco de ritmo.

Apesar da diminuição de ritmo dos anfitriões, o Paraguai, que contava com diversos jogadores atuantes no Campeonato Brasileiro, demonstrou dificuldades em se impor. No entanto, aos 27 minutos da etapa final, Maurício, jogador brasileiro naturalizado paraguaio, aproveitou uma chance livre na entrada da área para chutar cruzado e diminuir a desvantagem para 3 a 1. Os Estados Unidos ainda tiveram chances desperdiçadas por Tillman e Pepi antes do golpe final. Aos 52 minutos, Reyna selou a goleada com um golaço de trivela, invadindo a área e colocando a bola no canto da rede, fechando o placar em 4 a 1.

Perspectivas Pós-Jogo: Ambição Americana e Desafio Paraguaio

A estreia dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026 foi um sucesso em múltiplos aspectos. Em campo, a equipe demonstrou ser um adversário respeitável, com um ataque potente e um desempenho coletivo coeso, levantando a expectativa de que o 'soccer' possa finalmente engajar e empolgar de vez o público local. A vitória sólida serve como um poderoso cartão de visitas para o torneio em solo americano, mostrando o potencial da seleção em ir longe na competição e inspirar uma nova geração de fãs.

Para a seleção paraguaia, a derrota representou um duro golpe. Com pouca criação e sofrendo constantemente com a velocidade adversária, os 'guaranis' não conseguiram mostrar nada de especial, deixando uma impressão negativa em sua primeira aparição. A equipe agora tem o desafio de se reerguer e buscar a recuperação em seu próximo jogo, no dia 19 de junho, buscando apagar a má impressão inicial e manter viva a esperança de avançar na competição.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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